A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus que é transmitido ao ser humano por mosquitos e possui dois meios de transmissão, sendo estes o urbano (transmitido pelo vetor urbano, que é o mosquito da espécie Aedes Aegypti infectado com o vírus) e o silvestre (transmitido por vetores de hábitos predominantemente silvestres, sendo as espécies mais comuns os mosquitos Haemagogus e Sabethes).
Mosquito Aedes Aegypti (Fonte: Wikipedia)
A doença é considerada febril aguda, imunoprevenível, de evolução abrupta e gravidade variável, mas em casos graves, pode apresentar alta letalidade.
No ciclo silvestre os animais de espécies de primatas não humanos são os principais hospedeiros e, consequentemente, acabam sendo amplificadores do vírus e vítimas da doença ao mesmo tempo, neste caso, o ser humano acaba por ser um hospedeiro acidental do vírus, e também vítima da doença.
Entre os sintomas da febre amarela estão febre repentina, dores no corpo, calafrios, náuseas e vômitos, cefaleia intensa, fadiga e fraqueza, sendo que a maior parte dos portadores costuma apresentar melhora após sofrer estes sintomas iniciais, mas uma minoria desenvolve uma forma mais grave da doença após um curto período sem sentir os sintomas (entre algumas horas a um dia).
Para se prevenir da febre amarela a melhor forma é se vacinando, mas também é importante evitar áreas de risco e picadas de mosquito, e em casos de perceber a presença de macacos mortos na sua região, ou sentir os sintomas da doença, é crucial procurar um centro de saúde como hospitais e postos de saúde para relatar o caso.
Quadros graves de febre amarela podem causar hemorragias, icterícia, febre alta e também choque e insuficiência de múltiplos órgãos, além de sequelas ou eventualmente a morte do portador, por isso é importante que a população, o Estado e os órgãos competentes trabalhem juntos para minimizar a incidência da doença assim como casos mais complexos.
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